E aí? o que vai ser, hein?!

“Estava eu com minha mosga a pensar, vestindo minhas platis no auge da moda nadsat…”
Não entendeu? Então vale a pena ler o livro “Laranja Mecânica”.

Livro de ficção, escrito nos anos 60 por um cara genial chamado Anthony Burgess. Burgess descreve em seu livro uma sociedade “moderna” marcada pela violência, tanto por grupos de adolescentes, quanto pelo sistema “democraticamente totalitário”.

Seu vocabulário é único, cheio de gírias e expressões que tornam a leitura, inicialmente, dificil. Porém, depois de algumas páginas, essas expressões tornam-se naturais, não necessitando de tradução. Aliás, isso é uma coisa que se deve evitar ao ler as edições que vêem com tradução, já que a idéia do autor era mesmo causar desconforto e estranhamento em seus leitores.

Au revoir

  • Renato

    Um dos melhores filmes que já assisti na minha vida.
    Uma palavra define bem esse filme.

    Sensacional!!

    Renato

  • Renato

    O best-seller de Anthony Burgess, A laranja mecânica, escrito em 1962, chegou ao Brasil na década de 70. Mais de quarenta anos depois, esta ficção não perdeu sua atualidade. Foi pensando nisto e na vontade de dar aos jovens de duas gerações posteriores a chance de conhecerem este sucesso do autor inglês.

    No qual o protagonista Alex, um jovem delinqüente que vive em um futuro não especificado no texto e que usa uma linguagem própria, repleta de gíria. Para complementar o vocabulário de seus personagem, Anthony Burgess criou mais de duzentas palavras baseadas nas gírias dos ciganos ingleses, na própria língua inglesa, em expressões eslavas (algumas vezes alteradas semanticamente) e fez também associações de ideias, aglutinações de palavras e usou muito jargões rimados ingleses.


    Wikipédia

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