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	<title>Comentários sobre: Odeio ciclovias!</title>
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	<description>simples assim!</description>
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		<title>Por: Rafael Casale</title>
		<link>http://blog.superatrativo.com.br/2008/08/23/odeio-ciclovias/comment-page-1/#comment-43</link>
		<dc:creator>Rafael Casale</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2009 13:26:11 +0000</pubDate>
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		<description>Antônio,
se queres me criticar, eu aceito, mas falar &quot;... comentário absurdo só poderia vir de um sorocabano...&quot; você não está somente ofendendo a mim, mas todos que nasceram e se sentem sorocabanos. Mesmo que também o seja, não tens esse direito.

E é esse tipo de atitude egoísta que quis enfatizar no meu artigo; algo como &quot;nós, os motorizados, somos donos da rua. Podemos estacionar em qualquer lugar, podemos poluir o ar alheio, exigimos que ninguém fique no nosso caminho, etc&quot;. Por quê não respeitar quem não faz barulho, quem não polui e quem, pouco provavelmente, irá ferir e até matar outra pessoa no trânsito?

Não sou contra a ciclovia em si e sei da importância dela, sou contra   essa imagem errônia de que bicicleta não é trânsito e não ser respeitada quando está nele.

Eu fico pasmo quando vejo pais e propagandas dizendo para que não deixam (ou não devem deixar) seus filhos brincarem na rua porque um carro pode ferí-los. Pronto! Abdicamos do nosso direito, deixamos de fazer algo que gostamos, impedimos que outros o façam, para não &quot;atrapalhar&quot; a passagem dos &quot;reais&quot; donos da rua.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Antônio,<br />
se queres me criticar, eu aceito, mas falar &#8220;&#8230; comentário absurdo só poderia vir de um sorocabano&#8230;&#8221; você não está somente ofendendo a mim, mas todos que nasceram e se sentem sorocabanos. Mesmo que também o seja, não tens esse direito.</p>
<p>E é esse tipo de atitude egoísta que quis enfatizar no meu artigo; algo como &#8220;nós, os motorizados, somos donos da rua. Podemos estacionar em qualquer lugar, podemos poluir o ar alheio, exigimos que ninguém fique no nosso caminho, etc&#8221;. Por quê não respeitar quem não faz barulho, quem não polui e quem, pouco provavelmente, irá ferir e até matar outra pessoa no trânsito?</p>
<p>Não sou contra a ciclovia em si e sei da importância dela, sou contra   essa imagem errônia de que bicicleta não é trânsito e não ser respeitada quando está nele.</p>
<p>Eu fico pasmo quando vejo pais e propagandas dizendo para que não deixam (ou não devem deixar) seus filhos brincarem na rua porque um carro pode ferí-los. Pronto! Abdicamos do nosso direito, deixamos de fazer algo que gostamos, impedimos que outros o façam, para não &#8220;atrapalhar&#8221; a passagem dos &#8220;reais&#8221; donos da rua.</p>
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		<title>Por: Antonio Fernandes</title>
		<link>http://blog.superatrativo.com.br/2008/08/23/odeio-ciclovias/comment-page-1/#comment-42</link>
		<dc:creator>Antonio Fernandes</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2009 11:15:57 +0000</pubDate>
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		<description>Me desculpe o autor mas este comentário absurdo só poderia vir de um sorocabano mesmo. Carros e bicletas realmente não podem dispitar o mesmo espaço pois as diferenças de tamanho e velocidade dispensam maiores explicações. O certo seria cada avenida ter sua ciclovia e Sorocaba vem se esforçando para conquistar isto. Aqui existem coisas inexplicáveis como quando começa a garoar e os motoristas ligam o limpador de párabrisas na velocidade máxima, esquecendo-se ou desconhecendo que a maioria dos veículos dispõe de temporizador, até os &quot;pé-de-boi&quot; populares o possuem. Coisas de Sorocaba, ou como diria o Marvadão: SOROCOISAS.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Me desculpe o autor mas este comentário absurdo só poderia vir de um sorocabano mesmo. Carros e bicletas realmente não podem dispitar o mesmo espaço pois as diferenças de tamanho e velocidade dispensam maiores explicações. O certo seria cada avenida ter sua ciclovia e Sorocaba vem se esforçando para conquistar isto. Aqui existem coisas inexplicáveis como quando começa a garoar e os motoristas ligam o limpador de párabrisas na velocidade máxima, esquecendo-se ou desconhecendo que a maioria dos veículos dispõe de temporizador, até os &#8220;pé-de-boi&#8221; populares o possuem. Coisas de Sorocaba, ou como diria o Marvadão: SOROCOISAS.</p>
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		<title>Por: Carlos Marchesato</title>
		<link>http://blog.superatrativo.com.br/2008/08/23/odeio-ciclovias/comment-page-1/#comment-41</link>
		<dc:creator>Carlos Marchesato</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 23:35:36 +0000</pubDate>
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		<description>Sobre o pertinente entre o CNT e o Ciclista.


Atitude, Qualidade de Vida, Lazer, Consciência e Ecologia.


O Código de Transito Brasileiro (CTB) – Lei 9.503/97


Ciclista x Veículos automotores
Artigo 58 : &quot;nas vias urbanas e nas rurais de pista dupla, a circulação de bicicletas deverá ocorrer, quando não houver ciclovia, ciclofaixa ou acostamento, ou quando não for possível a utilização destes, nos bordos das pistas de rolamento, no mesmo sentido da circulação regulamentado para a via, COM PREFERÊNCIA SOBRE OS VEÍCULOS AUTOMOTORES”.

Artigo 68 Trata-se, a bicicleta, de um veículo de tração humana e sendo assim deve  abster-se (não circular) de transitar nas calçadas, exceto quando o ciclista estiver desmontado empurrando a bicicleta, momento em que se equipara ao pedestre em direitos e deveres.

Capítulo XV as infrações  àqueles que desrespeitam  as normas  de  trânsito.

Artigo 201: &quot;Deixar de guardar a distância lateral de um metro e cinqüenta centímetros ao passar ou ultrapassar bicicletas”.

Artigo 220 : “Deixar de reduzir a velocidade do veículo de forma compatível com a segurança de trânsito:   inciso X I I I -  ao ultrapassar ciclista”.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre o pertinente entre o CNT e o Ciclista.</p>
<p>Atitude, Qualidade de Vida, Lazer, Consciência e Ecologia.</p>
<p>O Código de Transito Brasileiro (CTB) – Lei 9.503/97</p>
<p>Ciclista x Veículos automotores<br />
Artigo 58 : &#8220;nas vias urbanas e nas rurais de pista dupla, a circulação de bicicletas deverá ocorrer, quando não houver ciclovia, ciclofaixa ou acostamento, ou quando não for possível a utilização destes, nos bordos das pistas de rolamento, no mesmo sentido da circulação regulamentado para a via, COM PREFERÊNCIA SOBRE OS VEÍCULOS AUTOMOTORES”.</p>
<p>Artigo 68 Trata-se, a bicicleta, de um veículo de tração humana e sendo assim deve  abster-se (não circular) de transitar nas calçadas, exceto quando o ciclista estiver desmontado empurrando a bicicleta, momento em que se equipara ao pedestre em direitos e deveres.</p>
<p>Capítulo XV as infrações  àqueles que desrespeitam  as normas  de  trânsito.</p>
<p>Artigo 201: &#8220;Deixar de guardar a distância lateral de um metro e cinqüenta centímetros ao passar ou ultrapassar bicicletas”.</p>
<p>Artigo 220 : “Deixar de reduzir a velocidade do veículo de forma compatível com a segurança de trânsito:   inciso X I I I &#8211;  ao ultrapassar ciclista”.</p>
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	<item>
		<title>Por: Liliane</title>
		<link>http://blog.superatrativo.com.br/2008/08/23/odeio-ciclovias/comment-page-1/#comment-40</link>
		<dc:creator>Liliane</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 17:48:38 +0000</pubDate>
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		<description>E por falar em falta de respeito... Esta semana estou fazendo um curso que pra mim, é do outro lado do mundo e por isso não tem condições de chegar em tempo se eu for de carro, pois hoje em dia é praticamente impossível atravessar São Paulo no horário de pico. Então o jeito foi usar o metrô e a &quot;taxisola&quot;.
Meu colega e eu chegamos na estação Palmeiras-Barra-Funda e já estranhamos a plataforma estar parecendo um formigueiro antes das 18H. Era 17:45H e não conseguimos embarcar. Ficamos esperando o próximo e o próximo e o próximo...
Nessas horas eu penso e agradeço à Deus que não preciso deste meio de transporte diariamente. Somente nas emergências, rs... Quando chegamos na estação Sé, o caos estava instalado. Não estávamos entendendo porque não deixavam a gente descer ou subir nenhuma das escadas. De repente ouvimos o funcionário do metrô anunciar que toda aquele bagunça foi porque um usuário estava nos trilhos na estação Armênia. Parecia que uma cidade inteira estava dentro do metrô. Muita gente, por todos os lados e a plataforma não comportava mais ninguém, por isso não dava para descer as escadas.
Essa situação toda não é novidade para muitos e muitos, mas o que mais me estressou foi quando em um momento da viagem, eu estava parecendo uma sardinha enlatada e ainda por cima o maquinista ficava freiando repetidamente e o povo começa a se desiquilibrar e cair uns por cima dos outros. Foi então que no momento em que eu procurei pelo suporte no teto do vagão e estava me esticando toda para conseguir me segurar, ouvi a seguinte frase:
- Tem gente que não cresce, é um problema.
Na situação que nos encontrávamos, no pico do estresse, eu não pude ficar quieta e tive que responder sem mesmo conseguir me mexer pra tentar ver quem foi o engraçadinho:
- Aaahhhh, eu não estou pedindo a sua ajuda!
E ele ainda ficou retrucando e dizendo:
- Deus sabe o que faz.
Mas quando eu falei, as pessoas ao redor ficarm indignadas com a atitude daquele homem, já tomaram as minhas dores também começaram a reclamar:
- E ainda somos obrigados a ter que ouvir isso? É um absurdo, um abuso, falta de respeito etc...
O que leva uma pessoa do nada, sem nunca ter me visto na vida, simplesmente começou a fazer provocações para ver se com isso tornaria seu dia mais atrativo.
Eu acho que ele é um frustrado que não tem ninguém pra conversar e fica esperando o momento para soltar uma piadinha infame dessas, sem graça nenhuma e que pelo que eu percebi, ninguém gostou.
Momentos depois eu pude ver quem foi o cidadão porque ele desceu depois de umas duas estações, achando que ganhou o dia.
A tendência é de que daqui um tempo, a cidade não vai mais comportar tanta gente e um vai querer tomar o lugar do outro, não se importando com os meios para isso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E por falar em falta de respeito&#8230; Esta semana estou fazendo um curso que pra mim, é do outro lado do mundo e por isso não tem condições de chegar em tempo se eu for de carro, pois hoje em dia é praticamente impossível atravessar São Paulo no horário de pico. Então o jeito foi usar o metrô e a &#8220;taxisola&#8221;.<br />
Meu colega e eu chegamos na estação Palmeiras-Barra-Funda e já estranhamos a plataforma estar parecendo um formigueiro antes das 18H. Era 17:45H e não conseguimos embarcar. Ficamos esperando o próximo e o próximo e o próximo&#8230;<br />
Nessas horas eu penso e agradeço à Deus que não preciso deste meio de transporte diariamente. Somente nas emergências, rs&#8230; Quando chegamos na estação Sé, o caos estava instalado. Não estávamos entendendo porque não deixavam a gente descer ou subir nenhuma das escadas. De repente ouvimos o funcionário do metrô anunciar que toda aquele bagunça foi porque um usuário estava nos trilhos na estação Armênia. Parecia que uma cidade inteira estava dentro do metrô. Muita gente, por todos os lados e a plataforma não comportava mais ninguém, por isso não dava para descer as escadas.<br />
Essa situação toda não é novidade para muitos e muitos, mas o que mais me estressou foi quando em um momento da viagem, eu estava parecendo uma sardinha enlatada e ainda por cima o maquinista ficava freiando repetidamente e o povo começa a se desiquilibrar e cair uns por cima dos outros. Foi então que no momento em que eu procurei pelo suporte no teto do vagão e estava me esticando toda para conseguir me segurar, ouvi a seguinte frase:<br />
- Tem gente que não cresce, é um problema.<br />
Na situação que nos encontrávamos, no pico do estresse, eu não pude ficar quieta e tive que responder sem mesmo conseguir me mexer pra tentar ver quem foi o engraçadinho:<br />
- Aaahhhh, eu não estou pedindo a sua ajuda!<br />
E ele ainda ficou retrucando e dizendo:<br />
- Deus sabe o que faz.<br />
Mas quando eu falei, as pessoas ao redor ficarm indignadas com a atitude daquele homem, já tomaram as minhas dores também começaram a reclamar:<br />
- E ainda somos obrigados a ter que ouvir isso? É um absurdo, um abuso, falta de respeito etc&#8230;<br />
O que leva uma pessoa do nada, sem nunca ter me visto na vida, simplesmente começou a fazer provocações para ver se com isso tornaria seu dia mais atrativo.<br />
Eu acho que ele é um frustrado que não tem ninguém pra conversar e fica esperando o momento para soltar uma piadinha infame dessas, sem graça nenhuma e que pelo que eu percebi, ninguém gostou.<br />
Momentos depois eu pude ver quem foi o cidadão porque ele desceu depois de umas duas estações, achando que ganhou o dia.<br />
A tendência é de que daqui um tempo, a cidade não vai mais comportar tanta gente e um vai querer tomar o lugar do outro, não se importando com os meios para isso.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Renato via Rec6</title>
		<link>http://blog.superatrativo.com.br/2008/08/23/odeio-ciclovias/comment-page-1/#comment-38</link>
		<dc:creator>Renato via Rec6</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Aug 2008 00:10:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.superatrativo.com.br/?p=182#comment-38</guid>
		<description>&lt;strong&gt;Odeio ciclovias! &#124; [superatrativo]...&lt;/strong&gt;

Fácil de entender...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Odeio ciclovias! | [superatrativo]&#8230;</strong></p>
<p>Fácil de entender&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Renato Tarantelli</title>
		<link>http://blog.superatrativo.com.br/2008/08/23/odeio-ciclovias/comment-page-1/#comment-39</link>
		<dc:creator>Renato Tarantelli</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Aug 2008 17:48:53 +0000</pubDate>
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		<description>Lembrando que se trata de Brasil, onde muitos não respeitam o direito de seu semelhante o ocorrido é apenas um ato comum (que ironia). Infelizmente vivemos em uma sociedade em as pessoas não conseguem entender que o direito dela termina quando o do outro começa isso faz com que babaca como esse motorista, tivesse tal atitude, atitude que por sua vez não sei se é uma ignorância por parte do motorista ou apenas pelo por desconhecer o sentido da palavra respeito.

Atitudes como essa são tão comuns que já passaram a fazer parte do cotidiano do brasileiro, é triste dizermos que isso é comum e que as pessoas por sua vez não fazem nada para mudar, tornando isso um ato corriqueiro e mesquinho.


Tomara que isso não volte a acontecer novamente.

Sorte em suas pedaladas noturnas [RS].
[]’s Renato</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lembrando que se trata de Brasil, onde muitos não respeitam o direito de seu semelhante o ocorrido é apenas um ato comum (que ironia). Infelizmente vivemos em uma sociedade em as pessoas não conseguem entender que o direito dela termina quando o do outro começa isso faz com que babaca como esse motorista, tivesse tal atitude, atitude que por sua vez não sei se é uma ignorância por parte do motorista ou apenas pelo por desconhecer o sentido da palavra respeito.</p>
<p>Atitudes como essa são tão comuns que já passaram a fazer parte do cotidiano do brasileiro, é triste dizermos que isso é comum e que as pessoas por sua vez não fazem nada para mudar, tornando isso um ato corriqueiro e mesquinho.</p>
<p>Tomara que isso não volte a acontecer novamente.</p>
<p>Sorte em suas pedaladas noturnas [RS].<br />
[]’s Renato</p>
]]></content:encoded>
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