Meus bons amigos onde estão? Essa é pergunta que faço sempre quando entro de férias do trabalho, férias tão desejadas e que literalmente “gozo com muito prazer todos os dias de direito” ou nem todos eles. Voltando a pergunta do início, essa é pergunta que me faço depois daqueles dez primeiros dias que já fiz tudo o que tinha programado fazer em minhas férias, tudo sem exceção, mas esqueci que tirei trinta dias, trinta e eternos longos dias de descanso (entenda vegetar).
Por que digo meus bons amigos? Porque passar a maior parte do tempo no trabalho é e sempre será um lugar propício para grandes amizades. E isso lhe faz sentir saudade, não do trabalho exaustivo, mas dos momentos de risos e satisfação que você passa com seus grandes amigos, mesmo às vezes não havendo reciprocidade no sentimento, mas isso não importa.
Como muitos sabem vivo da tecnologia e pra tecnologia, não sei até quando continuarei vivendo, não da tecnologia e para tecnologia, vivendo mesmo, mas ainda bem ou pelo menos comigo esse maldito avanço tecnológico não tirou a necessidade de estar em contato com as pessoas. Estar cara a cara, dividindo o mesmo ar com os mesmos germes, bactérias e vírus (espero sem o H1N1) é uma das maiores satisfações que se pode ter. Nada de scrap, tweet, sms ou mensagem instantânea independente do meio que for ou vier vai tirar essa satisfação.
O confuso nisso tudo é que o meu TCC, isso mesmo, ainda estudo, estou no último ano do curso de Ciência da Computação, será sobre Realidade Aumentada, mas sem o sentido do tato, afinal de contas isso ainda não é possível, eu acho e espero.
Quanto aos meus amigos? Espero vê-los em breve, isso se estiver vivo até lá, [RS] ou não, caso tenha sido sequestrado pelo Zorg ou algum membro da Skynet vindo do futuro para me buscar ou matar, quem vai saber.
PS.: Não haverá nomes a serem citados por respeito aos que têm conhecimento do que estou falando.