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novembro 26th, 2009 — Ciclismo, Esporte, Humor, Meio ambiente, Pessoal
Era a minha vez de sair da comodidade da minha cidade e ir pedalar com os amigos onde desejassem (tá certo que os pedais em Itu e Cabreúva, também tive de pegar ônibus e ninguém fez conta). No ínicio da semana começaram a rolar emails para que fôssemos na Serra da Cantareira no então próximo Sábado dia 14/11/2009 e eu não tive como negar. E nem queria.
Como todo dia de semana, acordei nesse Sábado às cinco da manhã, peguei minhas coisas que já estavam arrumadas desde da noite anterior e saí pedalando até a rodoviária. Havia conversado com outros amigos cicloturistas que já haviam transportado a bicicleta em ônibus da viação Cometa e nenhum deles teve problemas. Eu não seria o primeiro, né?
Mais ou menos. Quando cheguei na boca do guichê e pedi minha passagem para São Paulo, logo o atendente me disse que eu precisaria embalar minha bicicleta, pois a viação Cometa não permitira o transporte do mesmo sem uma “embalagem”. Fiz cara de espanto e disse que não tinha a caixa da minha bicicleta e perguntei o motivo de não poder embarcar e ele me respondeu que de outra forma a bicicleta poderia sofrer algum dano no traslado e a empresa teria de se reponsabilizar por isso e a solução encontrada foi embalar! O cacete! Esse negócio de embalar, pra mim, é uma tentativa de inibir o cidadão levar sua bagagem!
Logo o primeiro estresse foi sanado, quando o rapaz do guichê me vendeu a passagem sob na condição de eu me responsabilizar por qualquer dano ao equipo transportado. Coloquei então minha bike no bagageiro do ônibus e me mandei pra sampa. Já na estação rodoviária da Barra Funda, liguei para o companehiro Boo e que estava chegando com seu verículo para podermos ir até a serra (infelizmente o metrô de São Paulo ainda não permite que o usuário leve sua bicicleta no vagão aos Sábados de manhã, mas mesmo assim considero a integração metrô – bicicleta bem avançado, principalmente comparando com a viação Cometa
).
Como era caminho, passamos na casa dele primeiro, onde eu troquei de roupa, demos uma geral nas bikes e fomos a caminho da serra. Ainda antes de chegar no destino, paramos em uma padoca para fazer a carga energética inicial. Pãezinhos na chapa, café, água e etc. Enfim prontos, tomamos rumo a Cantareira.
Algumas subidas e poucas descidas, vimos de longe em um recuo da pista dois carros parados, com a nítida impressão de que um deles estava quebrado. Encostamos e eram justamente o resto da trupe que, teoricamente, estavam nos aguardando no topo da serra pro nosso rolê. Estavam em volta do carro Biriba, Gaba, Mau, Limão (Tiozinho!) e… Zina?!?! O quê? O Zina (Ronaldo!) foi pro rolê e ainda zuou o Piolho?!
O lance é que o carro do Zina (Toiço) tinha super aquecido e seria imprudente ao veículo andar sob essas condições. Não olhei pro relógio, nem nada, só sei que lá ficamos uns bons e importantes minutos de nosso passeio. Mas fazer o quê? Esse tipo de coisa acontece mesmo… Se tivéssemos saído no pedal desde nossas casa, isso não teria acontecido. O jeito era esperar que os “mecânicos” solucionassem.
Horas depois, conseguimos chegar ao topo da serra, onde descarregamos as bicicletas e nos preparamos para o rolê. Meio quilômetro de asfalto e uma entrada invisível no meio da mata determinava o começo da aventura e sem parar já emendamos o chão de terra. Não sou experiente em Mountain Bike e sou um zero à esquerda quando se trata de Downhill, e era isso que nos esperava.
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novembro 8th, 2009 — Imagens, Meio ambiente, Pessoal, Viagem
Era o último dia de passeio na Chapada dos Veadeiros e tínhamos de fazer o checkout na pousada até o meio dia. Podíamos fazer mais um passeio em São Jorge e dar um jeito de ir para Alto Paraíso de Goiás no final do dia ou pegaríamos o único ônibus para Alto na parte da manhã e dava um jeito de fazer um passeio por lá, rezando para ter um maleiro onde deixar as mochilas.
Como as passagens para Goiânia não estavam compradas (e corríamos um pequeno risco de não encontrar mais), escolhemos a segunda opção. Às 10h da manhã da quinta-feira já estávamos em Alto Paraíso com as passagens compradas e ávidos para fazer um último passeio. Demos uma passada no Centro de Atendimento ao Turista e olhamos as opções.
A Juliana queria ir para as “Loquinhas”, distante 4Km de Alto, mas seria um passeio rápido e a moça do CAT disse que provavelmente não estaria tão belo, pois era época de estiagem. Tentei armar uma estratégia de como nos locomoveríamos de um ponto ao outro e sugeri que fôssemos de bicicleta. Para meu espanto a Juliana topou e fui atrás de saber quanto gastaríamos.
Negocição fechado a R$ 20,00 cada uma, pelo dia inteiro de pedal, porém com grande problema: o pagamento somente em dinheiro. Como não tinha caixa eletrônico do Banco Real, tentei trocar cheque, passar o cartão de crédtio/débito e nada! A solução foi pegar um moto táxi, a R$1,00 o quilometro rodado. Fomos então até a fazenda São Bento, onde os pilotos nos deixaram na entrada da trilha Almécegas I e II. A pé até a cachoeira Almécegas I foram bons minutos (quase uma hora) e a tensão em andar na trilha, após a aparição da cobra nos deixou um pouco ariscos.

Almécegas I
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outubro 29th, 2009 — Imagens, Meio ambiente, Pessoal, Viagem
Era último dia de passeio em São Jorge e novamente combinamos com os amigos de fazer algum passeio juntos. Acordamos uns minutinhos mais tarde, já que a idéia era fazer um passeio mais leve, já que todos estavam quase esgotados.
O mesmo ritual foi seguido: café da manhã, arrumação, compra de mantimentos e passeio. Desta vez o amigo Ângelo conseguiu alguém de carro para nos levar para o sítio Morada do Sol. O trajeto todo ficou em R$ 50,00 e como fomos em cinco pessoas (mais o motorista), ficou R$ 10,00 per capita. No sítio (entrada R$5,00 / pessoa), pegamos uma trilha curta de mais ou menos 1,5 Km qual bifurcava e levava aos destinos Vale das Androrinhas e Morada do Sol.
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outubro 20th, 2009 — Imagens, Meio ambiente, Pessoal, Viagem
Por temos dormido um pouco mais em relação a noite anterior, acordamos um pouco mais dispostos, apesar de ainda cansado depois de caminhar mais de 18 Km. Havíamos combinado com os novos amigos de visitar o Parque Nacional, onde o guia Walter passaria na pousada nos pegar. Antes disso, fizemos nosso saboroso desjejum com calma, arrumamos nossas coisas (capa de chuva inclusive) e fomos até a padaria para garantir o “almoço” do dia.
Na frete do parque conversamos um pouco, assinamos o livro de visitas, obtivemos informações sobre o parque, tiramos fotos e iniciamos a caminhada. Esse dia prometia ser mais light que o primeiro dia, mas haveria uma quantidade significativa de quilômetros a serem vencidos, além das intermináveis pirambeiras.
O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros é uma reserva de preservação ambiental administrado pelo IBAMA. Iniciamos a caminhada em trilhas basicamente “single track“, onde nosso guia foi dando algumas informações sobre a flora local. Como estávamos em um grupo de seis pessoas já conhecidas, caminhamos enquanto conversávamos uns com os outros, afim de nos conhecer melhor, trocar informações e experiências, sempre respeitando o rítimo do grupo. Depois de alguns quilômetros, terminamos um trecho de trilha estreita e paramos para descansar um pouco, tomar um gole d’água e apreciar as primeiras aparições da “chapada”.

Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros
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outubro 17th, 2009 — Meio ambiente, Pessoal, Transito
Movimento praticado em vários países do mundo, dia 22 de setembro é o dia dedicado reflexão [com atitude] sobre questões da mobilidade consciente (além da luta diária). Logicamente isso envolve muito mais temas, como meio ambiente, sociedade e convivência, qualidade de vida entre outros.

Como em mais de 75% de meus dias no ano, também fiz minha parte (não deixei o carro na garagem porque não tenho carro). Nesse dia, fiz tudo o que eu tinha de fazer a pé. E você? O que fez com seu “sonho de consumo parcelado em 60 vezes” nesse dia?