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fevereiro 19th, 2010 — Ciclismo, Esporte, Pessoal, Viagem
Como aconteceu da outra vez, foi aquela chuva de emails insisttindo para todos responderem e enviarem aos seus respectivos contatos pedalísticos, por assim dizer, sobre a próxima trip propsta. Infelizmente a interação foi baixa, o que permitiu pouco desenvolver sobre o assunto.De qualquer forma a idéia inicial era aproveitar o feriadão do Carnaval para pedalar um pouco.
A opção escolhida foi o famoso Roteiro do Vinho de São Roque/SP, onde existe uma pequena estrada que beira [quase] todas as vinícolas do município de São Roque. Essa cidade é bem conhecida pela festa do Vinho e da Alcachofra. No calor da discussão, suportados pela ferramenta GoogleMaps, foi detectado que o trecho mais curto entre Sorocaba e São Roque era de pouco mais de 50 Km, o que daria mais de 100 Km entre ida e volta. O Jupa ainda sugeriu fazer um dos trechos por um caminho mais longo, passando por lugares mais bonitos e com estrada relativamente mais calma. Traçando a rota sugerida pelo mano, pensando que passaríamos invariavelmente pelo roteiro do vinho, sairíamos de Sorocaba/SP, passando por Piedade/SP, Ibiuna/SP e finalmente São Roque, o Google Maps informava a humilde distância de 68 Km, o que nos forçaria a pedalar perto dos 140 Km.
Claro que seria insanidade para nós, a maioria nerds que vivem (trabalham) na frente do computador e há poucos anos descobriu o pedal. De cara a minha sugestão foi por essa rota, porém fazendo um dos trechos de ônibus, ou seja, sairíamos de Sorocaba rumo a São Roque pelo caminho mais longo, chegaríamos no roteiro do vinho, tomaríamos uns gorós por lá e voltaríamos tranquilos para casa. Logo em seguida pesquisei as linhas de ônibus que fazem o trecho Sorocaba – São Roque e descobri o que eu temia: a viação Cometa. Como em outras oportunidades, tive sérios problemas para embarcar com a bike no ônibus, o que me deixou com receio. Com esse meu receio externado a todos, mudamos a estratégia para tentar embarcar em Sorocaba e voltar no pedal de São Roque, pois caso recebêssemos um “não” na tentativa de colocar as bicicletas no bagageiro, faríamos um outro pedal (um plano B, qual eu não lembro qual era). Com a mudança da estratégia, veio também a mudança no trajeto, que vou detalhar mais a seguir.
No dia do pedal (14/02/2010) lá pelas cinco horas da madrugada o Marcello me liga para dizer que não viria pois estava com dor de barriga ou algo do tipo (além de não vir, ainda acorda os outros de madrugada). Alguns minutos depois, para meu desespero, o relógio despertou e levantei não muito animado para um café da manhã sem café, pois o dia já amanhecera quente e resolvi acompanhar com suco. Fui finalizar os preparativos para o pedal e percebi que o pneu traseiro da minha bicicleta estava totalmente murcho (ou mucho) e me bateu uma leve preocupação a respeito. Saquei minh bomba e enchi rapidamente esperando para saber quanto tempo aguentaria até murchar novamente. Nesse meio tempo finalizei a preparação dos sanduíches, preparei a bolsa de guidão (bike tour), passei protetor solar, me troquei e deixei os outros aparatos no jeito. Como outrora, as 7 da manhã eu já estava mais que pronto.
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janeiro 14th, 2010 — Gastronomia, Imagens, Pessoal, Viagem
“Ano novo, vida nova”. Nada disso, o esquema ainda é o mesmo, ou seja, passar as festas de fim de ano, junto da família e com muita comida e bebida de qualidade.
Seleciono dez fotos tiradas nesse reveillon 2010 ligadas ao assunto enogastronomia:

Baldinho zuado

Tá melhorando...

Petiscos!!

Cortesia da matriz

4,3,2,1... Feliz Ano Novo (não joguem fora seus espumantes)

Parla!

Amigo Secreto


Minha mãe não me dá comida...

Pim!
Mesmo sendo um ano de desafios, espero que o ano de 2010 seja tão bom quanto foi 2009 e que o próximo reveillon seja tão etílico quanto foi esse.
¡Salud!
novembro 12th, 2009 — Ciclismo, Esporte, Pessoal, Viagem
Em qualquer coisa que se faça, o fator psicológico conta muito. Aliás, conta demais! Agitamos um pedal perto do feriado dia 12 de outubro/2009, no primeiro fim de semana após meu retorno ao trabalho. Talvez por esse motivo (volta ao trabalho) eu tenha ficado com minha não mais costumeira crise de asma, justamente no fim de semana do pedal!
Tal fim de semana estava escrito para ser totalmente frustante, pois muito provavelmente eu não conseguiria fazer alguma atividade. O tempo tinha dado uma virada e eu que ainda estava pouco acostumado com o clima do centro oeste brasileiro, sofri. Tentei me controlar, mas na madrugada de sábado para domingo (11/10/2009) sucumbi a falta de ar.
O Ricardo estava vindo de São Paulo só para pedalar conosco e o Jupa e o Nelson estavam preparados. Como dormi na casa da minha namorada, precisava pelo menos cumprir o papel de levar meu amigo Ricardo ao encontro do dois outros pedalantes. No tempo entre me aprontar e voltar para casa para esperar o Ricardo, dei uma leve melhorada. Mesmo assim não me sentia apto para fazer uma cicloviagem.
Em casa, bem agasalho (até de certa forma exagerada), descansei um pouco no sofá, enquanto o paulistano não chegava. Mais uma leve melhora obtive. Quando o Ricardo chegou, perto das 7h40min, o dia já estava mais quente. Quando começamos a descarregar a bike dele, começou a me dar uma vontade enorme de sair com os caras para pedalar. Nesse momento liguei para o Jupa para dizer que não ia e expliquei o motivo, e ele simplesmente disse: “tu acha que dá, mas tá com medo de passar mal? Vamo aí “de boa” até um local perto, se você se sentir mal ou volta sozinho ou a gente volta contigo”. Por mais incrível que pareça, a Juliana consentiu com a idéia. Parece que a partir de então minha melhora ocorreu de forma exponencial.
Preparados, eu e o Ricardo passamos primeiramente em uma padoca, já que eu não tinha comido nada. Depois de dois pães na chapa e um cafezinho, me despedi da Juliana e fomos para a casa da Carol, encontrar com o Jupa.

Eu, Boo (Ricardo) e Jupa - Eu era o único agasalhado
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novembro 8th, 2009 — Imagens, Meio ambiente, Pessoal, Viagem
Era o último dia de passeio na Chapada dos Veadeiros e tínhamos de fazer o checkout na pousada até o meio dia. Podíamos fazer mais um passeio em São Jorge e dar um jeito de ir para Alto Paraíso de Goiás no final do dia ou pegaríamos o único ônibus para Alto na parte da manhã e dava um jeito de fazer um passeio por lá, rezando para ter um maleiro onde deixar as mochilas.
Como as passagens para Goiânia não estavam compradas (e corríamos um pequeno risco de não encontrar mais), escolhemos a segunda opção. Às 10h da manhã da quinta-feira já estávamos em Alto Paraíso com as passagens compradas e ávidos para fazer um último passeio. Demos uma passada no Centro de Atendimento ao Turista e olhamos as opções.
A Juliana queria ir para as “Loquinhas”, distante 4Km de Alto, mas seria um passeio rápido e a moça do CAT disse que provavelmente não estaria tão belo, pois era época de estiagem. Tentei armar uma estratégia de como nos locomoveríamos de um ponto ao outro e sugeri que fôssemos de bicicleta. Para meu espanto a Juliana topou e fui atrás de saber quanto gastaríamos.
Negocição fechado a R$ 20,00 cada uma, pelo dia inteiro de pedal, porém com grande problema: o pagamento somente em dinheiro. Como não tinha caixa eletrônico do Banco Real, tentei trocar cheque, passar o cartão de crédtio/débito e nada! A solução foi pegar um moto táxi, a R$1,00 o quilometro rodado. Fomos então até a fazenda São Bento, onde os pilotos nos deixaram na entrada da trilha Almécegas I e II. A pé até a cachoeira Almécegas I foram bons minutos (quase uma hora) e a tensão em andar na trilha, após a aparição da cobra nos deixou um pouco ariscos.

Almécegas I
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outubro 29th, 2009 — Imagens, Meio ambiente, Pessoal, Viagem
Era último dia de passeio em São Jorge e novamente combinamos com os amigos de fazer algum passeio juntos. Acordamos uns minutinhos mais tarde, já que a idéia era fazer um passeio mais leve, já que todos estavam quase esgotados.
O mesmo ritual foi seguido: café da manhã, arrumação, compra de mantimentos e passeio. Desta vez o amigo Ângelo conseguiu alguém de carro para nos levar para o sítio Morada do Sol. O trajeto todo ficou em R$ 50,00 e como fomos em cinco pessoas (mais o motorista), ficou R$ 10,00 per capita. No sítio (entrada R$5,00 / pessoa), pegamos uma trilha curta de mais ou menos 1,5 Km qual bifurcava e levava aos destinos Vale das Androrinhas e Morada do Sol.
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