Caminho do Sol pero no mucho: Dia Zero

Não consegui escrever um pré post falando da cicloviagem que os Capira e os Capitar iam fazer, mas a maioria das pessoas que acompanham o blog (pouquíssimas) já sabiam do fato. De qualquer forma, falha minha, me desculpem. Sigo escrevendo agora de trás para frente, ou seja, da forma como se ainda estivesse na trip, como se estivesse postando ao fim de cada dia de pedal, pois fazendo dessa forma cronológica, me ajuda a lembra de mais coisas e aumenta a riqueza dos detalhes… vamos ao que interessa.

Há um bom tempo, os amigos do pedal já queriam fazer uma viagem de mais de um dia e esse sonho começou a se concretizar quando muitos toparam fazer o famoso Caminho do Sol. De lá para cá foram dezenas de conversas sobre o trajeto, compramos o DVD do Caminho do Sol, pesquisamos na internet sobre relatos de pessoas já haviam feito, vimos fotos, trocamos idéias com pessoas mais experientes e no final batemos um papo com o sr. José Palma, idealizador do caminho, sujeito muito atencioso e prestativo, qual nos informou sobre as “regras” e valores.

Concentrada toda essa gama de informções em nossa lista de discussão, a maioria questionou o valor cobrado da credencial que permite o peregrino carimbar e “validar” nos devidos postos sua passagem por lá. Além disso a credencial te permite se hospedar em locais especiais, por preços especiais, que foram cuidadosamente escolhidos pelo sr. Palma. O próprio sr. Palma se encarrega de fazer as devidas reservas.

Depois de muita discussão acerca do assunto, enfim resolvemos fazer tudo da nossa maneira, ou seja, ligar para pousadas, pequisar/negociar preços, fazer as reservas e etc. Desde a hospedagem até o traslado, saiu quase tudo da maneira planejada, mas isso detalharei mais adiante e/ou nos próximos posts.

Dia Zero – 02/06/2010
Sorocaba(SP) – Santana de Parnaíba(SP)

O dia que antecedeu  cicloviagem foi cheio de afazeres e alguns imprevistos.  Não trabalhei nesse dia e aproveitei para revisar tudo o que precisava para a viagem (fiz isso duas vezes), montei minha bagagem, retirei algumas coisas que acha desnecessário, coloquei anti furos nos pneus, revisei freios e marchas, lavei as caramanholas e comecei toda a montagem das coisas na bicicleta.

Kilza pronta pra guerra

Continue lendo →

Bookmark and Share

Igual, porém diferente

Como alguns já sabem, alguns caipiras do pedal estão pensando seriamente em fazer o Caminho do Sol que deverá se configurar como uma das mais ousadas cicloviagens até hoje praticadas pelos CapiraCapitarBikers. Sem querer entrar muito nesse tópico, mas isso foi o gatilho para que nos obrigássemos a treinar mais e por mais em prática a cultura, a filosofia por assim dizer, do cicloturismo.

Marcamos então de fazermos uma trip no dia 16/05/2010, novamente sem um percurso definido. Depois de discussões (poucas, vá) sobre o tema, ficou certo que faríamos uma bela volta saindo de Sorocaba/SP, passando por Salto de Pirapora/SP, Sarapuí/SP, Capela do Alto/SP, Araçoiaba da Serra/SP e novamente Sorocaba, conforme o link desenhado no bikely:

http://www.bikely.com/maps/bike-path/Volta-do-Interior-Sudoeste-SP

Acontece que várias coisas aconteceram antes da cicloviagem. O Fabrício, novo integrante, logo de cara já não conseguiu alvará de soltura. O Bur teve de levar não sei quem para o aeroporto e ele tinha combinado com o desorganizado Marcelo Piola, acabaram por atrasar. Só sei que no final das contas, os paulistanos chegaram na roça depois das 8 horas da matina. Chegaram, foram comer, depois foram se trocar, arrumar as ferramentas, mantimentos e etc, para então sairmos. Opa, peraí, alguém nada satisfeito pediu pra voltar duas vezes porque o pneu dele não estava devidamente cheio (detalhe que os dois pneus estavam com cerca de 50 psi cada).

Continue lendo →

Bookmark and Share

De Volta à Cena

Ontem (08/05/2010) a noite rolou a segunda Corrida Noturna do SESC Sorocaba e felizmente pela segunda vez tive a oportunidade de participar.

Sábado foi um dia corrido, levantei cedo (não muito cedo) para fazer tudo o que precisava como levar o pneu e câmara na bicicletaria onde minha bicicleta está sendo consertada, pegar meus remédios antroposóficos, pegar o kit de corrida (chip + camiseta) e trocar a bateria do meu frequencímetro e tudo antes do meio dia.

Continue lendo →

Bookmark and Share

Pizzaria Calabria – Péssima Escolha

Como de praxe, resolvi dar uma volta sábado à noite com a namorada para comer alguma coisa, beber, papear e relaxar. Porém, encontrar um lugar em Sorocaba não foi tão fácil para mim, que não sou um “arroz de festa”, e acabei me decepcionando com os lugares que passei. Por fim, resolvi publicar aqui as minhas impressões de casas (restaurantes, bares, cafés e etc) tanto para deixar registrado, como para servir de referência para outras pessoas.

Último sábado (01/05/2010) saí com minha namorada atrás de um lugar tranquilo para comer alguma besteira e tomar um chopp ou o que “desse na telha”. De primeiro, ela sugeriu pizza, mas eu tinha gostado de uma lanchonete retrô com um lanche gostoso e clima anos 50/60, chamado Twist Burguer. Ela também gostou da idéia e para lá fomos.

Ao entrar no Twist Burguer, percebemos que o lugar estava simplesmente lotado, nem no balcão havia espaço. Ficamos poucos minutos alí e como a mulher não quis dar um estimativa de espera, resolvemos procurar outro lugar para comermos. Como a primeira opção dada foi uma pizzaria, fomos atrás de uma.

A Juliana me lembrou de uma casa que queríamos conhecer, chamada Calabria. Certa vez passamos em frente desse lugar e muito me chamou a atenção, principalmente por parecer um lugar tranquilo mas com um design sofisticado. Entramos na casa que parecia um pouco vazia. Tinha um pé direito alto e piso em madeira, o que dava uma boa impressão (apesar de pouco aconchegante por conta do pé direito alto). Ninguém veio nos recepcionar, então fomos nós mesmos procurar uma mesa. Ao sentarmos chegou a recepcionista (não sei o nome desse profissional que recepciona as pessoas em um restaurante e indica uma mesa), nos entregou os cardápios e avisou de ante mão que não estavam servindo porções nem rodízio de pizza.

Como não iríamos comer porção, tampouco iríamos encarar um rodizião, essa notícia não mudou muita coisa. Olhando o cardáipio, a casa apresentava uma carta interessante de pizzas, com opções de funghi, presunto parma e alcachofra. Em alguns segundos o garçom veio até a mesa para pegar o pedido e começamos pelas bebidas.

R: Como é essa cerveja aqui ó, “Cromus” (ou algo do tipo);

G: Ah, é uma cerveja importada (não lembro todos os detalhes), etc e etc. Mas não temos mais ela;

R: Hum, ok. Chope é Heinniken, certo? Nunca tomei, mas lembra a cerveja [Heinniken]?

G: É chope, tipo uma cerveja. É, é uma cerveja vá.

R: ??

R: Vou de cerveja mesmo. Me traz uma [Antártica] original, por favor?

G: Não. Nada de cerveja. Só chope.

R:??

R: Como é? Não tem cerveja?

G: É, já falei pro meu patrão mudar esse cardápio, mas… (já não escutei mais nada)

Levantei, falei alguma coisa tipo explicando que não iria mais comer alí (claramente me passou pela cabeça que iria acontecer a mesma coisa na escolha da pizza) e deixei o lugar pensando em nunca mais alí voltar. Como é fácil destruir uma imagem…

Au revoir

Bookmark and Share

Trip Sorocaba – Piedade

Primeiramente devo desculpas a todos pela demora do relato da último pedal bate e volta que fizemos. Os motivos foram minha queda no pedal culminando com semanas extremamente complicadas no trabalho.

Bom, chega de lamurias e vamos aos fatos. Agitada a viagem com proposta do Fabiano para irmos para Piedade/SP saindo de Sorocaba/SP via estrada de terra, calma e tranquila. Começou com o fato de poucos poderiam ir ou queriam ir e no final marcamos eu, o Marcelo, o Nerso e o Fabiano.

O dia 21/03/2010 amanheceu com leve chuva e mesmo com uma noite nem tão boa de sono, acordei animado para pedalar. Logo cedinho, lá pelas 6h30 ou 7h00 o nosso guia Fabiano me liga dizendo que não ia mais conosco, pois tinha caido e aberto o pulso.

Conforme combinado, o Marcelo chegou em casa as 7h30 da manhã e com a chuva aproveitei ligar para o Nerso para saber se estava tudo nos conformes. Com a resposta positiva, saimos até o ponto de encontro (term. São Paulo) mesmo debaixo de chuva. Chegamos no terminal exatamente as 7h55 da manhã e lá esperamos. Esperamos. Cansamos. Esperamos e eis que depois que quase 1hora de atraso aparece o Nerso com mais doi pupilos (Trekker A e Trekker B).

zzzzzzzzzz. Na saída de Sorocaba, esperando as frangas

Continue lendo →

Bookmark and Share