Rafael Casale Abe | 14.janeiro.2010 | Gastronomia, Imagens, Pessoal, Viagem
“Ano novo, vida nova”. Nada disso, o esquema ainda é o mesmo, ou seja, passar as festas de fim de ano, junto da família e com muita comida e bebida de qualidade.
Seleciono dez fotos tiradas nesse reveillon 2010 ligadas ao assunto enogastronomia:

Baldinho zuado

Tá melhorando...

Petiscos!!

Cortesia da matriz

4,3,2,1... Feliz Ano Novo (não joguem fora seus espumantes)

Parla!

Amigo Secreto


Minha mãe não me dá comida...

Pim!
Mesmo sendo um ano de desafios, espero que o ano de 2010 seja tão bom quanto foi 2009 e que o próximo reveillon seja tão etílico quanto foi esse.
¡Salud!
Rafael Casale Abe | 9.janeiro.2010 | Corrida, Esporte, Humor, Pessoal
Depois de mais de dois meses longes dos treinos, estou de volta. A idéia é ganhar condicionamento cardiovascular com exercícios leves e de baixo impacto (para os joelhos) até quando o médico não me liberar.
Desde segunda feira (05/01/2010) meus treinos consistem em nada muito além do quê caminhadas diárias de 30~40 minutos e exercícios para os grupos musculares dos membros superiores.
Hoje, sábado dia 09/01/2010, fiz mais um treino pela manhã, porém foi um treino de “tiro”. Estranho?? Mas não tive como escapar, pois estava indo cortar o cabelo quando eu vi que o meu ônibus tinha passado no meu ponto e estava parado no semáforo, logo lembrei de um outro ponto logo mais abaixo e explodí em disparada ao segundo ponto… treino de tiro de 200 metros porém não consegui registrar o tempo, mas consegui pegar o ônibus.
Ainda bem que meus treinos devem ser de “baixa intensidade e baixo impacto”. :p
Au revoir.
Rafael Casale Abe | 27.dezembro.2009 | Gastronomia, Imagens, Pessoal
E o quê você fez? O ano termina e começa outra vez.
Outra vez? Mas já? Então eu pergunto, o quê você realmente fez? Conseguiu ir além de trabalhar, estudar e assistir televisão?
Esse ano foi para mim muito diferente. Começou muito difícil e tudo foi melhorando no decorrer dos meses, chegando ao ápice em meados de agosto. Como sempre, após o apogeu, veio a queda, quando tive de diminiuir bruscamente meus treinos (corrida e pedal) por conta de uma lesão e no âmbito profissional passei por uma mudança significativa de responsabilidades e objetivos.
De qualquer forma, o saldo do ano é positivo e quem acompanha o blog sabe de tudo que tentei fazer para sair da rotina “arroz com feijão” descrito no segundo parágrafo.
Para o ano que se aproxima os objetivos continuam os mesmos, o que de uma maneira geral significa simplesmente “curtir a vida”.
Enquanto essa época é enaltecida pelo show de hipocrisia natalina, vou tentando aproveitar de algum modo:

Au revoir
Rafael Casale Abe | 19.dezembro.2009 | Música, Notícias
Logicamente aqui é um ótimo meio de se divulgar notícias, eventos e até denuncias, mas creio que não estou fazendo o melhor uso desse espaço.
Bom, acabou de acontecer em Sorocaba, no Parque dos Espanhóis, o show da banda Cordel do Fogo Encantado. Com promoção do SESC de Sorocaba e entrada franca, a apresentação foi uma mistura de todos discos da banda (Cordel do Fogo Encantado, O Palhaço do Circo sem Futuro e Transfiguração).

A banda ainda apresentou alguns trabalhos novos que ainda estão por vir e o público que lotou o parque, aprovou o conteúdo.
Batendo um papo com o pessoal que estava vendendo camisetas da banda, eles me falaram que até a metade de 2010 sai um disco novo. É esperar para conferir.
Au revoir.
Rafael Casale Abe | 26.novembro.2009 | Ciclismo, Esporte, Humor, Meio ambiente, Pessoal
Era a minha vez de sair da comodidade da minha cidade e ir pedalar com os amigos onde desejassem (tá certo que os pedais em Itu e Cabreúva, também tive de pegar ônibus e ninguém fez conta). No ínicio da semana começaram a rolar emails para que fôssemos na Serra da Cantareira no então próximo Sábado dia 14/11/2009 e eu não tive como negar. E nem queria.
Como todo dia de semana, acordei nesse Sábado às cinco da manhã, peguei minhas coisas que já estavam arrumadas desde da noite anterior e saí pedalando até a rodoviária. Havia conversado com outros amigos cicloturistas que já haviam transportado a bicicleta em ônibus da viação Cometa e nenhum deles teve problemas. Eu não seria o primeiro, né?
Mais ou menos. Quando cheguei na boca do guichê e pedi minha passagem para São Paulo, logo o atendente me disse que eu precisaria embalar minha bicicleta, pois a viação Cometa não permitira o transporte do mesmo sem uma “embalagem”. Fiz cara de espanto e disse que não tinha a caixa da minha bicicleta e perguntei o motivo de não poder embarcar e ele me respondeu que de outra forma a bicicleta poderia sofrer algum dano no traslado e a empresa teria de se reponsabilizar por isso e a solução encontrada foi embalar! O cacete! Esse negócio de embalar, pra mim, é uma tentativa de inibir o cidadão levar sua bagagem!
Logo o primeiro estresse foi sanado, quando o rapaz do guichê me vendeu a passagem sob na condição de eu me responsabilizar por qualquer dano ao equipo transportado. Coloquei então minha bike no bagageiro do ônibus e me mandei pra sampa. Já na estação rodoviária da Barra Funda, liguei para o companehiro Boo e que estava chegando com seu verículo para podermos ir até a serra (infelizmente o metrô de São Paulo ainda não permite que o usuário leve sua bicicleta no vagão aos Sábados de manhã, mas mesmo assim considero a integração metrô – bicicleta bem avançado, principalmente comparando com a viação Cometa
).
Como era caminho, passamos na casa dele primeiro, onde eu troquei de roupa, demos uma geral nas bikes e fomos a caminho da serra. Ainda antes de chegar no destino, paramos em uma padoca para fazer a carga energética inicial. Pãezinhos na chapa, café, água e etc. Enfim prontos, tomamos rumo a Cantareira.
Algumas subidas e poucas descidas, vimos de longe em um recuo da pista dois carros parados, com a nítida impressão de que um deles estava quebrado. Encostamos e eram justamente o resto da trupe que, teoricamente, estavam nos aguardando no topo da serra pro nosso rolê. Estavam em volta do carro Biriba, Gaba, Mau, Limão (Tiozinho!) e… Zina?!?! O quê? O Zina (Ronaldo!) foi pro rolê e ainda zuou o Piolho?!
O lance é que o carro do Zina (Toiço) tinha super aquecido e seria imprudente ao veículo andar sob essas condições. Não olhei pro relógio, nem nada, só sei que lá ficamos uns bons e importantes minutos de nosso passeio. Mas fazer o quê? Esse tipo de coisa acontece mesmo… Se tivéssemos saído no pedal desde nossas casa, isso não teria acontecido. O jeito era esperar que os “mecânicos” solucionassem.
Horas depois, conseguimos chegar ao topo da serra, onde descarregamos as bicicletas e nos preparamos para o rolê. Meio quilômetro de asfalto e uma entrada invisível no meio da mata determinava o começo da aventura e sem parar já emendamos o chão de terra. Não sou experiente em Mountain Bike e sou um zero à esquerda quando se trata de Downhill, e era isso que nos esperava.
Continue lendo →